sábado, 22 de novembro de 2008

BRASIL: ACOMODAÇÃO E O MEDO DE TOMAR POSIÇÃO.

Nosso país tem lá suas coisas estranhas. Vivemos ao mesmo tempo uma realidade de país economicamente desenvolvido e de país extremamente miserável. E, para que se constate isto, muitas vezes basta que você vire uma esquina ou entre numa rua do mesmo bairro para perceber os enormes abismos que permeiam nossa sociedade.Muitos desses abismos se devem a um fenômeno cultural estranho que se abate sobre nosso povo como em nenhum outro ao redor do planeta: A acomodação.Em todas as esferas o povo brasileiro reclama muito; mas assiste conformado às maiores barbaridades possíveis sendo cometidas por todo tipo de pessoa de forma indiscriminada. Um aspecto onde a acomodação e o medo de tomar uma decisão forte é especialmente pernicioso é na área do combate a violência.Determinadas ações dos marginais deixaram, faz muito tempo, de serem simples crimes comuns e já beiram a ações terroristas. Embora tenhamos eis que possam ser usadas para combater duramente a ação dessas quadrilhas, ficamos com medo de usá-las porque fazer isso seria assumir que essas ações são o que são: Terrorismo.E assumir esse fato implicaria em submetermos aos olhares de organismos mundiais internacionais e isso é algo que nosso governo teme muito mais do que a morte indiscriminada de cidadãos inocentes. A ação de traficantes que dinamitaram uma delegacia de polícia no interior de São Paulo e de vários ataques a unidades policiais no Rio de Janeiro; refletem muito bem o perfil de ações terroristas que são praticadas em várias partes do mundo. Nossa constituição abriga dispositivos que permitiriam aos governos estatuais e federais usar de instrumentos fortes para impedir e intimidar os marginais que hoje tomam nossas cidades de assalto e fazem o que querem escoltados pela pressão das entidades de direitos humanos e por uma postura idiota e submissa de nossas autoridades que se preocupam em “ficar bem na foto” e permitem que atrocidades sejam cometidas sem que usem os instrumentos legais possíveis para combatê-las apenas para evitarem possíveis constrangimentos internacionais e os famosos “dedos acusadores” de países que se apressarão em colocar-se “acima de nós”.Mas e daí? O que interessa isso a nossa população? Grandes nações não lidam ou lidaram com problemas semelhantes de forma dura e cortaram na própria carne quando a situação ficou insustentável?Abandonar a hipocrisia e parar de pensar no que os outros falarão de nós será o primeiro passo para usarmos os dispositivos constitucionais cabíveis que permitirão a virada para a melhor na vida de nossa população e na punição rigorosa e exemplar de criminosos que se acham acima das leis e contam com a leniência de um judiciário antiquado e preocupado em manter o excesso de privilégios; com legisladores que criam leis deficientes e dispositivos de proteção com o único intuito de impedirem que eles mesmos sejam vítimas de leis duras e de um poder executivo que se abaixa e se submete a menor menção de pressão de qualquer O.N.G. internacional ou nacional que fale um pouco mais grosso ou que ameace a figura de “bom moço” que nosso país tem na política internacional. /www.visaopanoramica

BRASIL, MAMATAS E PERDÕES.

A recusada MP446 que transforma em farra a roubalheira das entidades “pilantrópicas” que fazem a falsa filantropia e que engordam os bolsos e as contas bancárias de seus titulares com os impostos que deveriam investir na ajuda aos mais carentes; traz em seu cerne algo muito mais perverso do que apenas uma briga política entre governo e oposição.Fora o absurdo de conferir ou renovar certificados que dão isenção de impostos e acessos a benefícios governamentais dos mais diversos para empresas que, sabidamente, estão praticando toda sorte de irregularidades e estão sob investigação da Polícia Federal já faz um bom tempo; a anistia promovida pelo governo Lula reflete o que sempre foi feito com os ladrões de dinheiro público nesse nosso Brasil. A exemplo do que aconteceu com a SUDAM, com a SUDENE e com a LBA; famílias influentes e ligadas a políticos tradicionais e “respeitados” sempre estão ligadas a esses escândalos financeiros e fazem verdadeiras fortunas com o desvio de verbas e com a sonegação fiscal indiscriminada.Como sempre, após serem “descobertas” por alguém da imprensa ou por terem se tornadas tão descaradas que é impossível manter “sob controle” o que anda acontecendo nessas entidades; o governo (seja ele qual for) opta sempre pela saída mais fácil e acaba com os órgãos e entidades arquivando todos os processos e dando uma anistia informal, para todos os malandros e picaretas, que mamaram nas tetas dos cofres públicos e acabam saindo ilesos de tudo. Muitos terminam como figuras proeminentes e aliados dos governos que realizam o fechamento dos órgãos como uma forma de agradecimento por terem saído ricos e ilesos de todo o mar de lama.Basta ver quais finais tiveram as graves denúncias em relação a LBA no tempo de FCH; da SUDAM que envolvia a família Sarney e da Sudene que arrastava inúmeros políticos nordestinos conhecidos na lama da suspeita. Todas essas denúncias e falcatruas deram em absolutamente nada. O fechamento ou a extinção dos organismos foi o sinal de abafa derradeiro para varrer-se tudo para baixo do tapete e promover o esquecimento providencial que possibilitou a todos manterem “sua honra” e, é claro; suas fortunas.O caso das falsas filantrópicas vai bem por aí. Muitos gestores envolvidos em escândalos e acusados de desvios de verba e de enriquecimento ilícito pela Polícia Federal; são políticos ou pessoas ligadas a políticos influentes e tidas como “de caráter ilibado”. Por isso, ao invés de investigar a fundo e de suspender todos os certificados preventivamente; opta-se simplesmente pela anistia informal a todos os malandros e safados que roubam dinheiro dos cofres públicos para enriquecerem. Com isso, as verdadeiras entidades que prestam um serviço relevante para a sociedade amargam com a desconfiança e com o concurso pelas verbas e patrocínios com as entidades ilegais. E, como muitas ilegais são dirigidas pelos “amigos dos amigos”; sempre arrumam uma gorda fatia do mercado e as que realmente lutam pelos assistidos acabam penando e dependendo de doações particulares para sobreviverem.Entender que os ladrões do dinheiro público devem ser perseguidos e ter seus bens e fortunas penhoradas sem dó e sem piedade para repor o que roubaram é um pensamento que deve ser estimulado em nossas autoridades nem que seja a ferro e fogo. Pois nossos altíssimos impostos e as carências enormes que nosso povo pobre tem de passar advêm justamente desse imenso ralo que suga recursos gigantescos ano após ano. Se a cada roubo forem dadas anistias e benesses aos ladrões; como será possível acabar com isso?Apenas um movimento organizado e uma cobrança popular eficiente será capaz de reverter esse absurdo e impedir as anistias indiscriminadas e os presentinhos de “pai para filho” que são costumeiros em nossa política. O tempo do coronelismo e do perdão já passou. Ao corrupto e ao aproveitador; apenas os rigores da lei e nada mais.Pense nisso./www.visaopanoramica

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O PODER DA LEITURA !

Um dia, em pleno inverno, Theodore Roosevelt subiu em um barco improvisado, no Rio Little Missouri, em perseguição a ladrões que haviam roubado seu precioso barco a remo.Vários dias depois, alcançou-os e os ameaçou com sua Winchester, rendendo-os. Roosevelt então tratou de levar os ladrões para entregá-los à Justiça.Percorreram as terras ermas e cobertas de neve até a cadeia da cidade de Dickinson, e Roosevelt caminhou os cerca de 65 quilômetros - façanha espantosa. O que torna o episódio memorável, porém, é que durante essa jornada ele conseguiu ler Anna Karenina, de Tolstoi. Penso nisso muitas vezes quando ouço alguém dizer que não tem tempo para ler. Estima-se que o brasileiro tenha em média quatro horas por dia para assistir à TV. Dizem que a pessoa comum lê à velocidade de 250 palavras por minuto. Assim, segundo essas estatísticas, poderíamos ler em uma semana os poemas completos de T.S. Eliot, duas peças de Thornton Wilder, os poemas completos de Maya Angelou, O Som e a fúria, de Faulkner, O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald, e o Livro dos Salmos. Mas uma semana é muito tempo pelos padrões de hoje, quando as informações podem ser obtidas ao toque de um dedo. QUEREM NOS CONVENCER DE QUE INFORMAÇÃO É APRENDIZAGEM, E ISSO É CONVERSA FIADA. Saber a superfície de um estado ou a capacidade do salto de uma pulga pode ser útil, mas não é aprendizado em si. O maior caminho para a aprendizagem - para a sabedoria, a aventura, o prazer, a compreensão da natureza humana, de nós mesmos, do mundo e de nosso lugar dentro dele - está na leitura de livros. Leia sempre, a vida toda. Nunca inventaram nada que nos desse tanta substância, recompensas tão infinitas pelo tempo dedicado, quanto um bom livro. Leia à vontade. Deixe que um livro conduza a outro. Isso quase sempre acontece. Escolha um grande escritor e leia toda sua obra. Leia sobre lugares onde nunca esteve. Leia os livros que mudaram a História: de seu país ou do mundo (como a autobiografia de Frederick Douglass e Primavera silenciosa, de Rachel Carson). Leia os livros que sabe que devia Ter lido, mas que imagina enfadonhos. Um clássico pode ser definido como um livro que é publicado por muito tempo quando é excepcional. Pôr que excluir o excepcional de sua experiência de vida? E quando ler um livro que lhe agrade - uma história que tenha ampliado sua experiência de vida, que tenha "acendido a chama" -, então espalhe isso aos quatro ventos. Levar um livro aonde quer que vá é um conselho bom e antigo. O presidente americano John Adams aconselhou o filho John Quincy a ter sempre consigo um livro de poesias. " Você nunca estará só", explicou, tendo no bolso um poeta." /Por David McCullough

VIDA VIRTUAL, VIDA REAL !

Não faz muito tempo, um amigo me escreveu dizendo que estava tendo problemas com a internet. Contou que sempre fora um usuário entusiasmado mas que, ultimamente, a Grande Rede estava ocupando vastas porções de sua vida. Não exemplificou e não revelou muitos detalhes, da sua existência virtual, mas eu entendi o que ele quis dizer. Aparentemente, meu amigo estava sofrendo de uma compulsão que a muitos atinge, a ponto de se perder a noção do que é real e do que é virtual na vida.Além dessa pessoa que me é próxima, e que eu não desconfiava ser internet addicted, conheci muita gente que levava duas vidas: uma na Grande Rede e outra fora dela. É natural, eu trabalho com internet e muitos tipos assim surgem no dia-a-dia. No começo, até, eu achava interessante forjar uma existência paralela e explorar suas possibilidades, mas depois comecei a achar o negócio meio doentio. Quem escreve na internet, seja por diversão, seja profissionalmente, já topou com fantasmas assim. Em geral, opositores ou críticos das nossas idéias, que não querem revelar sua identidade mas que desejam ardentemente combatê-las. Então emitem um comentário, usando nome e e-mail falsos. Alguns chegam a criar uma caixa postal para isso mas, mesmo assim, não posso caracterizar essa atitude como patologia – pois é relativamente comum nos meios. O que começou a me espantar foi um sujeito que, já há alguns anos, embarcou numa discussão insistente com um colunista, e este – caindo na dele – chegou ao ponto de marcar um encontro para resolver a disputa como se fosse um duelo. Os ânimos estavam exaltados, mas ninguém morreu. Quem “assinava” as mensagens me enviava cópias delas clamando para que eu “tomasse uma atitude”. Não tomei, claro. O missivista eletrônico acabou sumindo. Abrindo um parênteses, é impressionante como ilustres desconhecidos se sentem autorizados a proferir juízos definitivos sobre o que escrevemos – e depois ainda esperam que lhes seja conferido algum crédito. Por que vou acreditar na opinião de uma pessoa que, no mínimo, nunca vi e que, no máximo, para mim antes não existia? Mas acontece todo o tempo. Talvez porque os escritores sejam, por natureza, inseguros e se abalem com qualquer coisa, ou se derretam diante de um elogio supostamente amigo. O fato é que o “famoso quem” não raro atinge os seus objetivos. Escrevinhadores jovens e inexperientes são presas fáceis para as suas armadilhas. Mas voltando: o fenômeno foi chamar minha atenção quando percebi que, além de inventar um pseudônimo e usá-lo em situações onde é melhor se manter incógnito, alguns internautas criam para si uma vida inteira novinha em folha. Porque uma coisa é ser comentarista esporádico de fórum, e até se exceder às vezes, outra – bem diferente – é “se acostumar na fantasia” e viver uma identidade falsa como se fosse verdadeira. Vi isso em blogs. Pessoas que se entregam a cada frase mas que insistem em dizer que são “uma personagem de romance”. Então eu me pergunto: que ser humano é esse que, provavelmente vivendo uma vida miserável, precisa se alimentar de uma aventura romanesca na internet, de uma realidade que – fora da Web – não existe? Até aí, cada um é livre para ser louco e extravasar suas loucuras como quiser. E o problema não é tanto de quem publica uma porção de delírios, para o seu próprio deleite – o problema é de quem embarca nessa viagem, numa insanidade coletiva, e até “convive” com essa “pessoa”, chegando a tomá-la como conselheira da sua própria vida. Se o primeiro tipo se sentiu Napoleão no hospício e foi proclamar isso aos quatro ventos, o que dizer do segundo que – não satisfeito – resolveu seguí-lo? Isso, para mim, é doentio. Como se não bastasse, encontrei blogueiros que montavam outros blogs para elogiar a si mesmos. Tinham o trabalho de compor uma personalidade inteira, com nome, idade, endereço e preferências, para sustentá-la durante anos e para, no passo seguinte, consagrá-la através de outra personalidade, igualmente inventada. Quando conto essa história, o interlocutor em geral comenta: “É preciso tempo...”; “Haja tempo!”; “Como é que a pessoa arranja tempo?”. Eu não sei; e nem quero saber. Aliás, que realizem isso em blogs, e que haja uma platéia adestrada para bater palmas, não é algo que me preocupe realmente. A doença só foi me incomodar agora, recentemente, quando percebi que – dentro do próprio Digestivo – eu poderia estar publicando gente assim: que, fora da internet, não existe. Uma vez, inclusive, liguei para um colaborador e ele, ao atender, se embananou todo quando o chamei pelo nome que costumava assinar. Ou seja: era um nome falso; apesar do telefone verdadeiro (veja a que ponto chegamos...). Felizmente, hoje, não entra mais ninguém no site sem que eu não tenha visto, pelo menos, a cara, e que não tenha um endereço (postal) – verdadeiro. Infelizmente, porém, muita gente ainda sofre com esses “trotes” da vida virtual. Transformam a sua vida real num inferno, num tormento, tentando combater esses pequenos demônios da internet – que, como o spam, tendem a crescer exponencialmente. Aqui, por exemplo, fechamos os fóruns e esses “caronas” diminuíram bastante. Mas, e quem está ciberneticamente exposto? Nélson Rodrigues repetia que se as pessoas soubessem da vida sexual umas das outras, ninguém se olharia na rua. Pois eu digo: se os internautas soubessem da vida virtual uns dos outros, quase nenhum se olharia na rua também. /Julio Daio Borges

domingo, 16 de novembro de 2008

11 MILHÕES DE DÓLARES POR UMA FOTO !

Ricos são ricos. Ligam apenas para o dinheiro. Pobres são pobres. Querem apenas um prato de comida. A diferença é gritante. Ainda mais no caso recente de Angelina Jolie e Brad Pitt. Segundo o jornalista Max Clifford, do site Entertainment Wise, uma foto de Knox Leon e Vivienne Marcheline, gêmeos da dupla famosa, nascidos dia 12 de julho último, vale 11 milhões de dólares.A revista People comprou o clique milionário e, certamente, venderá todos os exemplares que colocar nas bancas.Aí, eu fico pensando se a fortuna gasta pela publicação não poderia ser destinada às vitimas de atrocidades no Sudão, às famílias que perderam tudo o que tinham levado pela fúria de terremotos e tsunamis. Seus rostos e os de suas crianças também são mostrados na mídia internacional. De graça.Penso a mesmíssima coisa dos gastos do presidente Lula, seus ministros e assessores, em um número recorde de viagens que não levam a nada. Enquanto isso, morrem centenas de bebês num hospital do Nordeste porque há falta de verba para pagar médicos competentes.Ah, mundo cruel! Por que tanta desigualdade? Dizem que é coisa de Deus, que está escrito que assim será. Mas não é verdade. É, sim, fruto da ganância de empresários, políticos, banqueiros. É obra da corrupção que grassa no mundo inteiro. É nossa culpa. Nossa, sim. Somos milhões e temos uma força inimaginável para mudar os destinos de um país.Mas só temos boca para calar. Pés que não andam. Mãos que apedrejam nossos semelhantes. Não fazemos nada. É cada um por si.11 milhões de dólares por uma foto de dois bebês, que foram gerados artificialmente, é, como diz, também artificialmente, o Boris Casoy, da TV BANDEIRANTES : um absurdo! Palavras ao vento. /www.reporternet

FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS !

Quem já precisou ir a uma repartição pública por qualquer motivo, já se deparou com funcionários mal humorados, mal educados e que mesmo vendo um acúmulo enorme de pessoas insistem em achá-las invisíveis e simplesmente ignorar a sua presença.Os funcionários públicos no Brasil gozam de um privilégio concedido a poucos mortais em idade produtiva: A estabilidade no emprego.Essa estabilidade foi criada como forma de isentar o bom profissional das pressões políticas e de chefes mal intencionados que pudessem usar seus cargos de chefia com fins políticos. Mas, na prática, a estabilidade acabou criando uma classe profissional dominada pelo anacronismo, pela corrupção e pela ineficiência. A primeira coisa com a qual você se depara numa repartição pública dominada por esses “profissionais” que usam da estabilidade como mero poleiro para aguardar a aposentadoria e resguardar a sua incompetência da dureza do mercado de trabalho competitivo e selecionado do mundo real; é uma famosa placa ou folha de papel contendo uma lei que tornou crime reclamar de forma mais veemente do descaso a que é submetido.E antes que você leitor, funcionário público, me amaldiçoe até a última geração; saiba que quem diz essas coisas são seus próprios colegas funcionários públicos. Numa pesquisa realizada pela universidade de Brasília, com servidores de vários estados brasileiros e da União a pedido da Comissão de Ética da Presidência; um em cada cinco funcionários admitiu que exige propinas para cumprir o seu dever. Mesmo que saibam que o requerente está no seu direito e não cometeu erro ou crime algum. Só cerca de 51% dos funcionários públicos se acham éticos e mais de 11% desprezam sua função. Quase 30% acham que o servidor público está se lixando para o público que atende e mais de 55% se consideram amadores ou semiprofissionais. Quase 40% são funcionários públicos graças a pistolões e padrinhos políticos e menos da metade se considera preparada para a função que exerce. Veja as bases e os objetivos da pesquisa aqui. A fonte dos dados foi o site G1. O Brasil já foi conhecido como a “República do Paletó” e diversos personagens humorístico nasceram e desapareceram ao longo dos anos com o mesmo tema: O funcionário público ineficiente. Uma realidade que só mudará com o final da estabilidade e a regulação das atividades do funcionalismo público pelo mercado e pela competência individual. É claro que o funcionário deve ser protegido da sanha dos políticos e dos capachos que se aproveitam de posições de comando para rechear as repartições com apadrinhados políticos. A demissão do funcionário público incompetente e sem talento deveria ser demitido como base em seu histórico, em reclamações comprovadas e após a avaliação por uma comissão especialmente criada e mantida para isso. Desta forma, haveria a proteção contra as pressões políticas e se baniria, de uma vez por todas, os parasitas e os acomodados que acham que o serviço público é apenas uma forma de aguardar pacificamente a aposentadoria e abocanhar uma ou outra “oportunidade de ouro” que aparecer.O funcionalismo público brasileiro deve ser valorizado e depurado. E esta pesquisa mostra claramente que a coisa vai de mal a pior e que, se nada for feito, muito em breve uma legião de parasitas tomará conta das repartições e lançará nosso país num caos administrativo jamais visto /visaopanoramica

PARA LER E PENSAR ( ALGUNS RELIGIOSOS QUE NÃO TÊM O QUE FAZER !

Há muito tempo eu venho querendo escrever esta matéria, mas tenho deixado pra depois, pra depois... até que agora resolvi desenvolvê-la, haja vista o aumento da incidência de problemas relacionados a este tema. Qual a idéia que você tem de religião? Creio que, na cabeça da grande maioria das pessoas, religião deve ser coisa boa, não é? É algo que, na concepção de muita gente, tem a ver com Deus, (todas elas), com Jesus (as que se rotulam como Cristãs), com Maomé (os Muçulmanos), com Buda e com esses seres luminares que, conforme entende cada povo, são os intermediários de Deus (ou Alá) na relação conosco. Pois é. Afinal de contas, religião é coisa boa? Quase todo o mundo acha que é. Se é coisa boa, obviamente, implicitamente, as pessoas envolvidas com religião têm que ser necessariamente boas, não é verdade? Têm que ser boas, dignas, honestas, humanas, fraternas, tolerantes, indulgentes, servidoras ao próximo... enfim, tudo isto que nós sabemos que se constitui em valores elevados. Eu não estou me referindo especificamente aos líderes religiosos, aqueles que pregam “palavras” para o povo, para que esse povo siga os seus ensinamentos, como os padres, pastores, líderes espíritas, líderes mulçumanos, judeus etc. estou me referindo a eles, sim, mas também aos que se acham seguidores fervorosos das igrejas, sinagogas, mesquitas e congregações religiosas em geral. Os líderes, que se apresentam como os condutores de “rebanhos”, teriam, mais do que todos, a obrigação de se conduzirem com mais coerência a essa dignidade, bondade e demais valores que todos esperamos da religião, não é verdade? Mas aqueles que vivem dentro de templos religiosos, portando livros que consideram sagrados, e até se disponibilizando a pregar para os outros, também teriam essa mesma obrigação de uma postura digna, pelo menos razoável. Mas será que a gente vê isto na prática? É esta a razão da matéria. Gente, o que tem de religioso perturbado por este mundo afora, é algo impressionante. Não estou resumindo esta minha citação apenas ao segmento muçulmano que acha que a prática terrorista é agradável à Alá (denominação que dão a Deus), e sai por aí como homens bombas, praticando suicídios e até incentivando que os seus filhos se matem também, desde que tirem a vida de outros semelhantes, da forma mais violenta possível. Não estou aqui me referindo ao ódio interminável, de ambas as partes, praticado exatamente na terra que é considerada “santa”, por grande parte da humanidade que, sinceramente, não consigo entender que conceito de santidade esse. Estou me referindo àqueles que estão mais perto de nós, os chamados seguidores de Jesus, já que o mundo muçulmano está bem distante e, antes de nos preocuparmos com eles, é bom que olhemos para o nosso próprio quintal. O que significa pregar Jesus, divulgar Jesus, ensinar Jesus, aceitar Jesus... falar tanto em Jesus? Obviamente ter adotado Jesus como o seu modelo de vivência em relação ao seu próximo, não é? E será que os religiosos estão sendo coerentes quanto a isto? Não quero voltar o comentário para os números que demonstram: “as guerras por motivos religiosos, já promoveram mais desgraças e mataram mais gente do que todas as outras guerras juntas, inclusive aquelas por motivos políticos” e nem para relembrar um dos períodos mais estúpidos, ridículos e repugnantes, que foram os séculos de inquisição na Terra; quero enfocar é a lamentável guerra que a gente vê, hoje, nos dias atuais, pelos insensatos praticantes de religiões. Conduzamo-nos com alguma inteligência e um pouco de coerência: O materialismo ainda impera no mundo, o egoísmo e o orgulho ainda estão presentes na vida de muita gente, a raiva, o rancor, o ódio, a indiferença, a corrupção... enfim, todas as práticas indecentes e imorais vivenciadas por pessoas que não têm a menor idéia do que seja Deus e de quem seja Jesus. O mundo ainda está cheio de gente ruim: ladrões, assassinos, matadores de aluguel, corruptos, corruptores, falsários, traficantes de drogas, traidores, agressores, estelionatários, terroristas, gente praticando abortos, suicidas, gananciosos, bancos, operadoras e cartões de crédito... enfim, existem inúmeras pessoas precisando ouvir e entender a “proposta Jesus” que, certamente explicada e sobretudo exemplificada, conduz muita gente à transformação moral e reforma íntima, que termina por construir homens novos. Esta relação de bandidos que eu coloquei aí, não tem nada a ver com Jesus, sintonia zero com Deus e ignorância absoluta em relação aos valores espirituais e morais. É aí que perguntamos: Os religiosos, que dizem que têm Jesus em suas vidas, que aceitaram Jesus, que amam Jesus e até o concebem como sendo o próprio Deus, têm voltado as suas ações e dedicando as suas energias para trabalharem essas almas? É claro que não, com raríssimas exceções. Muitos estão preocupados é em atacar pessoas que já estão em outras religiões ou propostas filosóficas, que também têm certa afinidade com Jesus, que também já tem valores morais e espirituais bastante diferenciados dos bandidos citados, como se fossem verdadeiros inimigos. Eu pesquiso muito esta questão religiosa, no que diz respeito ao comportamental das pessoas, e convido você a também voltar um pouco da sua atenção a isto, pra ver que coisa mais impressionante, tamanho a incoerência e contradição: Você vai encontrar, por exemplo, religiosos não católicos, que dizem amar a Jesus, mas manifestam verdadeiro ódio contra Maria, exatamente aquela que foi a mãe do próprio Jesus, só por causa do excesso de amor que a igreja Católica têm por ela. Eu me lembro de uma época, morando em Belém do Pará, quando escutei um líder religioso, que havia arrendado a antiga rádio Guajará daquela cidade, incitar o seu público ouvinte (deve ter feito o mesmo na sua igreja), a quebrar a imagem levada na procissão do Círio de Nazaré (a maior procissão do Brasil), sob a argumentação de que estavam obedecendo a Bíblia. O insensato grupo havia, antes, mandado produzir cartazes “out doors” e espalhado pela cidade toda, atacando e provocando os católicos paraenses. Agora imagine só, se o público desse irresponsável e inconseqüente religioso resolve aquiescer à sua proposta, a loucura que iria acontecer naquela cidade, cuja procissão é acompanhada por aproximadamente 2 milhões de pessoas, com um fervor impressionante. Iria ser uma carnificina gigantesca. Ainda bem que a sensatez do arcebispo de então, meu amigo Dom Vicente Zico, exerceu uma liderança que não permitiu revide aos “out doors” e a nenhuma provocação, limitando apenas a colocar a polícia de sobreaviso. Como é que alguém, que diz amar a Jesus, pode manifestar esse tipo de sentimento em relação à própria mãe dele? Ao mesmo tempo nós encontramos católicos, também, altamente radicais em relação a outros segmentos religiosos, manifestando verdadeiro ódio aos irmãos protestantes, como se fossem eles os bandidos que devem ser combatidos ou convencidos a entenderem a idéia Jesus. Em razão do modismo que existe, de algumas igrejas supostamente evangélicas, que nada mais são do que iniciativas de mercenários, praticadas por elementos inescrupulosos, chegam a generalizarem, achando que todos os pastores evangélicos são também bandidos e praticantes da indústria da oferta, quando na realidade sabemos que existem muitas igrejas sérias, dignas e honestas, conduzidas por pastores do mais elevado nível moral. Toda generalização é burra! A outros que se acham no direito de quebrarem e destruírem locais de prática da religião Umbandista, como recentemente aconteceu no Rio de Janeiro, ferindo pessoas idosas e quase praticando mortes. Que Jesus é esse, gente??????? Que coerência e bom senso podem ter aqueles que discriminam um seu semelhante porque esse acredita na reencarnação e não admite a idéia de que Jesus é Deus? Estará defendendo quem, o próprio Jesus? Será que ele, lá no seu reino, vai ficar morrendo de raiva porque algumas pessoas aqui não o vêem como Deus? Será que ele é tão orgulhoso a ponto de fazer questão disto? Só mesmo alguém que não têm idéia da dimensão espiritual de Jesus, para ter uma concepção tão maluca, como esta. Gente, religiosos chegam ao ponto de praticarem mentiras por escrito, a fim de denegrir a imagem de outros, citando sobre outras crenças o que elas não são, vinculando com coisas que nada tem a ver, inclusive adulterando até mesmo livros considerados sagrados, para que eles fiquem conforme as suas conveniências. Que nível de inteligência tem alguém, que discrimina um semelhante, que também é adepto de Jesus, que concorda com quase tudo, mas que apenas diverge em alguns pontos apenas? É coerente o religioso que não entende aquela máxima que diz: “O que nos une é incomparavelmente maior que o que nos separa”.? Quem quiser amar excessivamente a Maria, que ame; quem quiser acreditar em reencarnação, que acredite; que quiser crer na existência de satanás, que creia; quem quiser achar que Jesus é Deus, que ache, e quem quiser achar que não é, que ache também, quem quiser chamar Deus de Alá, que chame, e daí, qual é o problema??????? Essas pessoas não são bandidas, não são assassinas, não são pessoas más, não exploram os outros, não maltratam ninguém. Por que, então, vamos vê-las como inimigas? Tanto mal na Terra que precisa ser combatido: Os índices de assassinatos, pelo aborto, cada vez maiores, assim como os de suicídios; a corrupção cada vez maior, roubos, assaltos, extorsões inclusive praticada pelos próprios governantes, como a indústria das multas e taxas, casos como o da Eloá, do menino João Hélio e tantos outros que poderiam ser evitados se os religiosos tivessem mais juízo, mais responsabilidade e enfocassem nos objetivos certos. Agora fica essa maluquice insensata de quererem convencer e até converter pessoas que nada têm a ver com qualquer prática marginal? É coisa de gente que não tem o que fazer. Está na hora de repensarmos esta situação, pelo bom senso e pela coerência. /Alamar Régis Carvalho

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA MUDAR O MUNDO !

Comece mudando a si mesmo. Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo ... Cuide da Saúde do Planeta. Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais ou desmate as árvores. Por mais que você não queira, se nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e conseqüências de sua exploração ... Seja responsável: não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo. Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres ... Acredite em um mundo melhor. Coragem,Honestidade,Sinceridade, Fé, Esperança são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua Honra e Caráter. Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo ... Tenha Humildade, faça o Bem, trabalhe. Não tenha medo de errar, com humildade se aprende, fazer o bem atrairá o bem para você mesmo e trabalhando valorizarás o suor de teu esforço para alcançar seus objetivos ... Busque a Verdade, a Perfeição, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida... Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela Justiça, Paz e Amor. Um mundo justo é pacífico, e onde há paz pode-se estar preparado para viver um grande Amor ... /RODRIGO BENTES DINIZ

ENVELHEÇO . . .

Envelheço quando me fecho para as novas idéias e me torno radical. Envelheço quando o novo me assusta. E minha mente insiste em não aceitar. Envelheço quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar. Envelheço quando meu pensamento abandona sua casa. E retorna sem nada a acrescentar. Envelheço quando muito me preocupo e depois me culpo porque não tinha tantos motivos para me preocupar. Envelheço quando penso demasiadamente em mim mesmo e conseqüentemente me esqueço dos outros. Envelheço quando penso em ousar e já antevejo o preço que terei que pagar pelo ato, mesmo que os fatos insistam em me contrariar. Envelheço quando tenho a chance de amar e deixo o coração que se põe a pensar: Será que vale a pena correr o risco de me dar? Será que vai compensar? Envelheço quando permito que o cansaço e o desalento tomem conta da minha alma que se põe a lamentar. Envelheço, enfim, quando paro de lutar! /otimismoemrede

PESSOAS DIFERENTES !

Quando perguntávamos aos entrevistados de uma pesquisa qual a razão da admiração que sentiam por quem consideravam "pessoas especiais", a resposta era quase sempre esta :Essa pessoa é "diferente!"E quando perguntávamos: -"Diferente" em quê? A resposta era quase sempre: -"Diferente" em tudo! De fato, as pessoas especiais, sejam elas o que forem, são "diferentes" das demais.Elas pensam de forma diferente.Agem de forma diferente. Enxergam a vida e o mundo de maneira diferente.Elas são mais positivas. Acreditam em si próprias. Conseguem enxergar oportunidades nas crises.Elas participam mais. Comprometem-se mais.Terminam as coisas que começam.Dão atenção aos detalhes em tudo o que fazem.São polidas e educadas e além da "boa intenção" tem muita sensibilidade e empatia para colocar-se no lugar das outras pessoas.Elas ouvem, mais do que falam. Elas respeitam as opiniões alheias. Elas sabem dizer "eu não sei" e dizem com freqüência "eu não compreendi...". São pessoas simples e objetivas. Não usam vocabulário rebuscado e complexo. Falam e agem com simplicidade e têm muito foco em tudo o que fazem. Daí a "diferença". A diferença positiva está mais na simplicidade do que na complexidade, mais na humildade do que na arrogância, mais no "ser" do que no "ter". /AUTOR DESCONHECIDO

TRABALHAR COM ALEGRIA !

Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados uns dos outros. Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições. Todos que viviam ali trabalhavam na roça do senhor João, dono de muitas terras, que exigia trabalho duro, pagando muito pouco por isso. Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé alegria. Era um jovem agricultor em busca de trabalho. Foi admitido e recebeu, como todos, uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali. O jovem, vendo aquela casa suja e abandonada, resolveu dar-lhe vida nova. Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de plantar flores no jardim e nos vasos. Aquela casa limpa e arrumada destacava-se das demais e chamava a atenção de todos que por ali passavam. Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, por isso tinha o apelido de Zé alegria. Os outros trabalhadores lhe perguntavam: como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos? O jovem olhou para os amigos e disse: bem, este trabalho hoje é tudo que eu tenho. Ao invés de blasfemar e reclamar, prefiro agradecer por ele. Quando aceitei trabalhar aqui, sabia das condições. Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando. Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer. Os outros, que acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino, o olhavam admirados e comentavam entre si: "como ele pode pensar assim?" O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção do fazendeiro, que passou a observá-lo à distância. Um dia o sr. João pensou: "alguém que cuida com tanto carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda." "Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda." Num final de tarde, foi até a casa do rapaz e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem o cargo de administrador da fazenda. O rapaz aceitou prontamente. Seus amigos agricultores novamente foram lhe perguntar: "O que faz algumas pessoas serem bem sucedidas e outras não?" A resposta do jovem veio logo: "em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito e o principal é que: não somos vítimas do destino. Existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um." Toda pessoa é capaz de efetuar mudanças significativas no mundo que a cerca. Mas, o que geralmente ocorre é que, ao invés de agir, jogamos a responsabilidade da nossa desdita sobre os ombros alheios. Sempre encontramos alguém a quem culpar pela nossa infelicidade, esquecidos de que ela só depende de nós mesmos. Para encobrir sua indolência, muitos jogam a culpa no governo, nos empresários, nos políticos, na sociedade como um todo, esquecidos de que quem elege os governantes são as pessoas; que quem gera empregos são os empresários, e que a sociedade é composta pelos cidadãos. Assim sendo, cada um tem a sua parcela de responsabilidade na formação da situação que nos rodeia. E para ser feliz, basta dar ao seu mundo um colorido especial, como o personagem desta história que, mesmo numa situação aparentemente deprimente para os demais, soube fazer do seu mundo uma realidade bem diferente. E conforme ele mesmo falou: existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. / AUTOR DESCONHECIDO

A IDADE DE SER FELIZ !

Existe somente uma idade para a gente ser feliz. Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los, a despeito de todas as dificuldade e obstáculos. Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer. Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores. Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo novo, de novo e de novo, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE, também conhecida como AGORA ou JÁ e tem a duração do instante que passa... /MARIO QUINTANA

NÓS SOMOS NÓS MESMOS !

Não é interessante que nós vivemos todo secundo com nós mesmos, e conseqüentemente somos as únicas pessoas que nos conhecem? Ao menos achamos isso, às vezes temos uma visão tão padronizada a respeito de nós mesmos, que achamos que nos conhecemos o suficiente para fazer mil e uma coisas, como julgar o certo e o errado. Será que é verdade, que os erros que acontecem conosco são sinais divinos querendo mostrar nossa verdadeira personalidade? Será que os erros são uma forma de mostrar um novo cominho que você teme seguir? Será que a idéias de errado e certo não sofreu influência da sociedade? Você já percebeu que não há muitas maneiras de medir nosso autoconhecimento?Sendo assim, podemos fazer valer a teoria do certo e o errado.Se sempre medirmos o nosso grau de autoconhecimento pelas coisas certas e erradas, não podemos ser nós mesmos os juízes desse jogo maluco. Será que os nossos relacionamentos dizem alguma coisa sobre quem nós somos?Se disserem, deve ser uma pequena porcentagem, já que o autoconhecimento já teria se dissolvido duas vezes. Talvez nós não temos olhos para nos autoconhecer, mas temos olhos para conhecer outras pessoas.Sendo assim, em um relacionamento tem como nos conhecer por maneira do próximo?Será que os erros que você comete em um relacionamento podem fazer o outro entender o que é certo pra ele, e conseqüentemente fazê-lo autoconhecer-se? Nessa etapa os erros já viraram um canal para a descoberta do que é certo, então essa medida que escolhemos pode nos levar a um bom resultado.As coisas certas que nós fazemos pode ser uma maneira de nos cegar e fazer-nos parar de questionar nós mesmos?Será que quando acertamos algo, podemos fazer igual o jogo “detetive”; marcar a jogada certa para repeti-la mil vezes?Será que quando fazemos alguma coisa certa, isso bloqueia a nossa visão de perfeição e de amplidão de coisas certas que há ainda para fazer? É triste pensar que é bem provável que não sabemos nem metade de nós mesmos, e que a nossa consciência pode esconde segredos de nós mesmos.Na teoria do cartesianismo diz que a vida humana é passível de conhecer a si mesma de modo imediato e integral, estabelecendo dessa maneira uma evidência irrefutável de sua própria existência e, por extensão, da realidade do mundo exterior. Eu não acredito nisso, mas a minha idéia de consciência é bem simples, a consciência é sentido que o ser humano possui do que é moralmente certo ou errado em atos e motivos individuais.Por isso eu aprovo a idéia da consciência poder nos enganar totalmente, fazendo então duvidar se nós realmente nos conhecemos. Já para Nietzsche a consciência tem outro fundamento, ele acredita que a consciência tem alcance restrito, e não é percebida, já que a dimensão pulsional ou passional do ser humano é insubmissa a qualquer tentativa de autocontrole ou autoconhecimento que se pretenda a algo integral ou absoluto. Só nos resta continuar batalhando para nos autoconhecer e fazer jus a nossa personalidade que tanto apoiamos. Nos conhecer é um desejo grande, porém podemos deixar nossas amizades e relacionamentos nos ajudar nessa missão, pois apenas o clichê do amor pode resolver certas questões. /Silas Grecco

MOMENTO DE REFLEXÃO !

Sabe aquela hora em que você se pergunta se tem alguém que te ama, Aquelas onde você se pergunta se você e importante pra sociedade, Aqueles momentos em que você para e pergunta pra deus; por que eu? Sabe aquela pergunta...Por que comigo? Sabe aqueles dias?Aquelas pessoas?Aquele fato?Aquela hora? Tudo na sua vida tem um porque! Por que isso?Por que aquilo? Desde pequenos somos levados a questionar ate mesmo o motivo de nossa criação, Não só como raça, mas também como pessoas, como homens e mulheres. Tudo isso faz parte de uma historia. Tudo isso tem um motivo maior. Que motivo é esse? Fazer com que aprendamos a nos conhecer, a nos aceitar como pessoas, a viver com nossos defeitos e a superar nossos medos! Fazer com que lutemos por nossos ideais, Nunca deixando primeiramente de nos amar. Livre arbítrio... Você pode escolher entre viver ou viver o que querem que você viva Todos já passamos por isso ou vamos passar... Alguns vão se sair melhor que outros, Mas o final só chega quando há uma realização total de nossas almas! Quando você se encontra, A vida é tudo isso e um pouco mais! Não sou muito velho, mas já posso falar muito sobre ela. Ela pra mim tem sido uma ótima professora e acho que não sou mau aluno. Tenho absorvido tudo que ela me da, pois meu objetivo maior é ser feliz! Egoísta?Eu? Não, apenas sábio! Não vou viver uma vida inteira de dor e sofrimento, Não vou me enganar por falsos preceitos criados por uma sociedade onde o primordial é a imagem! Não sou nenhum produto que foi “criado” pra agradar um seleto grupo de pessoas! Tenho na minha vida a simples meta de ser feliz! Ser feliz como tiver que ser. Não sou papel pra ser dobrado, picotado... Bom voltando pra nossas perguntas! Você se acha feliz? Se você disser que não você tem que selecionar seus amigos um pouco mais ou se você é meu amigo não estou exercendo um bom trabalho, Então por favor, fale comigo... Por que você é importante pra mim! /autor/lycanserra

sábado, 8 de novembro de 2008

OS 12 TRABALHOS DE OBAMA !

COMO HÉRCULES,O HERÓI MITOLOGICO,O PRESIDENTE OBAMA VAI TER TAMBÉM QUE REALIZAR 12 TRABALHOS MUITO PERIGOSOS.PIOR,TALVEZ QUE MATAR A HIDRA DE LERNA. VEJAMOS: 1-VENCER A CRISE ECONOMICA E EXORCISAR A RECESSÃO. 2-FECHAR GUANTANAMO,UMA MANCHA NA DEMOCRACIA AMERICANA. 3-TRAZER DE VOLTA AS TROPAS DO IRAQUE E,TENTAR ACABAR HONROSAMENTE,A GUERRA DE BUSH. 4-GANHAR A GUERRA NO AFEGANISTÃO,QUE ESTÁ SE TORNANDO OUTRO VIETNAM. 5-TRATAR OS ALIADOS COM RESPEITO E OS DISSIDENTES(IRÃ,SIRIA,RUSSIA,COREIA DO NORTE)COM DIPLOMACIA,ESQUECENDO A "PAX AMERICANAS. 6-RESOLVER COM ISENÇÃO E JUSTIÇA A QUESTÃO PALESTINA,QUE SE ARRASTA HÁ 60 ANOS. 7-REDUZIR IMPOSTOS. 8-TORNAR OS EE UU INDEPENDENTES DO PETROLEO DO ORIENTE MÉDIO E CRIAR FONTES DE ENERGIAS ALTERNATIVAS. 9-LEVANTAR O EMBARGO A CUBA. 10-CONTROLAR WALL STREET E SEUS GANANCIOSOS ESPECULADORES,QUE AJUDARAM A CRIAR ESSA CRISE. 11-REESTABELECER O PRESTIGIO DOS EE UU NO MUNDO,QUE GOVERNOS ANTERIORES TORNARAM O PAÍS MAIS ODIADO DO MUNDO. 12-E,"LAST BUT NOT LEAST",SAIR VIVO DE TUDO ISSO. QUE DEUS O AJUDE! /usinadeletras.com

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

QUEM FOI ANÁLIA FRANCO !

Filha do casal Teresa Emília de Jesus e Antônio Mariano Franco Júnior, Anália Emília Franco nasceu em fevereiro de 1856 na cidade de Resende, no Rio de Janeiro. Iniciou seus estudos em casa sob orientação de D. Teresa, que era professora e em 1861, com a transferência da família para São Paulo, foi matriculada numa escola dirigida por sua mãe formando-se professora em 1868 aos 15 anos de idade. Logo no ano seguinte foi aprovada num concurso da Câmara da cidade para exercer o cargo de professora primária e trabalhou durante algum tempo como assistente da mãe. Após a decretação da Lei do Ventre Livre, em 1871, os bebês das escravas estavam sendo abandonados pelas mães porque os senhores de engenho não os queriam nas fazendas visto que não podiam ser mais utilizados para o trabalho. Ao saber disso Anália passou a utilizar o seu grande talento para as letras em defesa dos filhos das escravas. Sendo já reconhecida como literata, jornalista e poetisa e passou a escrever para as mulheres fazendeiras pedindo pelas crianças. Para poder ajudar de forma mais efetiva transferiu-se da capital para o interior de São Paulo, onde alugou uma casa numa fazenda e inaugurou a sua primeira "casa maternal", uma escola primária que recebia todas as crianças (brancas ou negras) que vinham à sua porta. A esposa do proprietário da fazenda achando inaceitável a presença de crianças negras e brancas juntas, expulsou Anália de suas terras. Corajosa e batalhadora, Anáilia foi para a cidade e alugou, pelo valor correspondente a metade do seu salário, uma velha casa para abrigar as crianças. Sem recursos para alimentar aqueles que ela chamava de "meus alunos sem mães" ela saía pedindo esmolas para ajudar as crianças. Este comportamento foi considerado escandaloso por alguns e iniciou-se um movimento para expulsá-la da cidade, mas o grupo abolicionista e republicano da cidade correu em sua defesa e ela pode prosseguir seu trabalho. Após algum tempo, deixou criadas algumas escolas maternais e voltou para a capital onde ingressou no movimento abolicionista e republicano. Entretanto seu objetivo principal era com as crianças carentes e por isso fundou sua própria revista chamada de Álbum das Meninas cuja primeira publicação ocorreu em 30 de abril de 1898 Anália prosseguindo em seu trabalho fundou dois colégios gratuitos para meninos e meninas. Posteriormente, com ajuda de um grupo de 20 senhoras criou, no dia 17 de novembro de 1901, um instituto educacional chamado de Associação Feminina Beneficente e instrutiva. Posteriormente fundou várias "Escolas Maternais" , "Escolas Elementares" e em 25 de janeiro de 1902 criou o "Liceu Feminino" cujo o objetivo era preparar professoras para dirigir essas escolas. Em 1906 casou-se com Francisco Antônio Bastos, mudando seu nome para Anália Franco Bastos, entretanto sempre foi conhecida apenas como Anália Franco. Era uma espírita dedicada e estudiosa. Escreveu três romances: " A Égide Materna", "A Filha do Artista", e "A Filha Adotiva". Também foi autora de numerosas peças teatrais, de diálogos e de várias estrofes, destacando-se "Hino a Deus", "Hino a Ana Nery", "Minha Terra", "Hino a Jesus" e outros. Ao longo de seus anos de trabalho e dedicação a educação e ao apoio as crianças carentes deixou um legado impressionante, composto de 71 Escolas, 2 albergues, 1 colônia regeneradora para mulheres, 23 asilos para crianças órfãs, 1 Banda Musical Feminina, 1 orquestra, 1 Grupo Dramático, além de oficinas para manufatura de chapéus, flores artificiais, etc., em 24 cidades do Interior e da Capital paulista.Desencarnou em janeiro de 1919 vítima da gripe espanhola, pecisamente quando havia decidido viajar para o Rio de Janeiro para abrir mais uma instituição, projeto realizado posteriormente por seu marido sob o nome de Asilo Anália Franco. /www.terraespiritual

COMO SE INICIAM NO CAMINHO PARA AS DROGAS !

Os motivos são vários: busca de uma sensação prazerosa, curiosidade, desejo de pertencer á “turma”, problemas sócio-econômicos, fuga de problemas e da realidade, descontentamento com a sociedade de consumo, falta de diálogo entre pais e filhos, dificuldade de relacionamento com outras pessoas, falta de informações precisas sobre drogas, ansiedade, influência de traficantes, influência de familiares, pressão de “amigos’’, etc”. Como alguém começa a usar drogas? Quase sempre este início é igual: através do melhor amigo, o colega de carteira da escola, o namorado ou a namorada. Quando o jovem está aborrecido, oferecem-lhe de graça uma passagem para um mundo onde o aborrecimento vai desaparecer. Se ele aceita, o “amigo’ ’vai estar em seu caminho para oferecer outras doses até que a dependência se instale e aí o produto passa a custar dinheiro. E nesse ponto a pessoa já se tornou escrava da droga e do seu fornecedor, que nem sempre é o traficante maior, mas age em seu nome. Daí as conseqüências são as piores possíveis. A tolerância por parte das escolas é outro fator que tem contribuído para a dispersão do consumo de drogas ilícitas. As escolas particulares “cumprem” com seu papel informando com palestras não efetivas, e também o número de expulsões relacionadas com o uso de drogas é baixo. Hoje em apenas um de cada dez casos, o estudante é desligado do estabelecimento. Geralmente, quando se droga dentro das dependências do colégio. A droga no colégio é fácil de ser adquirida, podendo ser comercializada pelo vendedor de balinha que fica na porta, por um professor, ou um colega. ALGUNS DOS DIVERSOS SINAIS QUE IDENTIFICAM UM USUÁRIO DE DROGAS: Alguns sinais podem auxiliar na identificação de um usuário de drogas. Os principais são: Mudança brusca de comportamento; Irritabilidade sem motivo aparente; Inquietação motora; Depressões. Estados de angústia sem motivo aparente; Queda do aproveitamento escolar, desistência dos estudos ou do rendimento do trabalho; Insônia rebelde; Isolamento; Mudança de hábitos; Olhos vermelhos; Troca do dia pela noite; Existência de seringas, comprimidos ou cigarros estranhos entre seus pertences; Desaparecimento de objetos de valor, dinheiro ou também constante pedidos de dinheiro; Más companhias; Mas é preciso prestar atenção, pois, algum ou alguns desses sinais podem indicar outra coisa, como alguma doença ou outra coisa que, não necessariamente, uso drogas, e não se pode correr o risco de rotular alguém sem certeza. /Aluney Elferr Albuquerque Silva

VOCÊ ACREDITA EM REENCARNAÇÃO ?

Se não há reencarnação, não há mais do que uma existência corporal, isso é evidente. Se nossa existência corporal é a única, a alma de cada criatura foi criada por ocasião do nascimento, a menos que admitamos a anterioridade da alma. Mas neste caso perguntaríamos o que era a alma antes do nascimento, e se o seu estado não constituiria uma existência, sob qualquer forma. Não há, pois, meio-termo: ou a alma existia ou não existia antes do corpo. Se ela existia, qual era a sua situação? Tinha ou não consciência de si mesma? se não a tinha, sua individualidade era progressiva ou estacionária? Num e noutro caso, qual a sua situação ao tomar o corpo? Admitindo, de acordo com a crença vulgar, que a alma nasce com o corpo, ou o que dá no mesmo, que antes da encarnação só tinha faculdades negativas, formulemos as seguintes questões: 1 - Por que a alma revela aptidões tão diversas e independentes das idéias adquiridas pela educação? 2 - De onde vem a aptidão extranormal de algumas crianças de pouca idade para esta ou aquela ciência, enquanto outras permanecem inferiores ou medíocres por toda a vida? 3 - De onde vêm, para uns, as idéias inatas ou intuitivas, que não existem para outros? 4 - De onde vêm, para certas crianças, os impulsos precoces de vícios ou virtudes, esses sentimentos inatos de dignidade ou de baixeza que contrastam com o meio em que nasceram? 5 - Por que alguns homens, independentemente da educação, são mais adiantados que outros? 6 - Por que há selvagens e homens civilizados? Se tomarmos uma criança hotentote, de peito, e a educarmos enviando-a depois aos mais renomados liceus, faremos dela um Laplace ou um Newton? Perguntamos qual a Filosofia ou a Teosofia que pode resolver esses problemas. Ou as almas são iguais ao nascer, ou não são: quanto a isso não há dúvida. Se são iguais, por que essas tamanhas diferenças de aptidões? Dirão que dependem do organismo. Mas, nesse caso, teríamos a doutrina mais monstruosa e mais imoral. O homem não seria mais que uma máquina, joguete da matéria; não teria a responsabilidade dos seus atos; tudo poderia atribuir às suas imperfeições físicas. Se as almas são desiguais, foi Deus quem as criou assim. Então, por que essa superioridade inata, conferida a alguns? Essa parcialidade estaria conforme à sua justiça e ao amor que dedica por igual a todas as criaturas? Deus, na sua justiça, não podia ter criado almas mais perfeitas e outras menos perfeitas. Para a Doutrina Espírita não há muitas espécies de homens, mas apenas homens, seres humanos cujos espíritos são mais ou menos atrasados, mas sempre susceptíveis de progredir. Isto não está mais conforme à Justiça de Deus? (Trecho de "Considerações sobre a pluralidade das existências" de Allan Kardec, constantes no Capítulo V de O Livro dos Espíritos) /paginaespirita.com.br

PORQUE TANTOS CRIMES VIOLENTOS ?

Os crimes violentos e com requintes de crueldade sempre existiram, sempre deixaram a sociedade estarrecida e comovida, no entanto, de alguns anos para cá estão acontecendo com maiores freqüências que nos leva a inúmeras reflexões e, uma dela é: porque isto está ocorrendo? Vimos dois ladrões arrastarem uma criança por centenas de metros; um pai atirar uma filha do sexto andar; pais matar dois filhos depois esquartejarem e atirarem fogo; assistimos um jovem matar uma namorada de 15 anos depois de mante-la refém por mais de 100 horas. Uma menina de 9 anos ser violentada estrangulada e deixada dentro de uma mala numa rodoviária. Enfim, vários outros assassinatos violentos que tiveram destaque na mídia. Porém, sabemos que há muitos ocorrendo e que ficam no anonimato. Acontecimentos e mais acontecimentos violentos que ficamos indignados. A violência parece tomar conta do país e dos seres humanos de maneira desproporcional. Muito dos atos de violência ocorre pela falta de segurança, pela certeza da impunidade, porém o que estamos assistindo é a violência ocorrendo em muitos casos, não pela falta de segurança, mas pela maldade instalando-se dentro do Ser humano. Certamente ao vermos determinados crimes é nítido que está sendo praticado por pessoas doentes emocionalmente. Pessoas que vivenciaram atos internos, externos profundamente traumáticos ou de ordem comportamental que os levaram adquirir algum transtorno mental, digo isto, devido ao requinte de crueldade em seus crimes. Evidentemente transtorno psiquiátricos ocorrem, em parte, na formação emocional que em muitos casos estão relacionados a formação, a educação, a estrutura da família e sem duvida, a ausência de uma religiosidade que leve o homem desenvolver uma espiritualmente. Embora entenda que a educação, a formação da pessoa deve é precisa ser compartilhada, observamos que estamos construindo uma sociedade individualista, egoísta e que a família cada dia mais vem se esfacelando, perdendo-se as referencias. Muitos valores fundamentais para a formação do caráter têm sido renegados aos filhos e assim, a educação tornou se ampla que como resultado final, aumentaram-se as carências dentro do Ser humano. Em suma, embora se tenha o que sempre se almejou, a liberdade, ela vem se tornando uma prisão dia a dia para o homem. Segundo meu modo de entender a carência tem como conseqüência as drogas, a sexualidade patológica que fatalmente levar as pessoas mergulharem em profundas depressões ou desenvolverem a transtornos psicóticos levando-as cometerem crimes a terceiros ou contra si mesmo. Percebemos que as pessoas estão perdendo a capacidade de pensar, de refletir, de ponderar-se e ai, ao primeiro ato de confrontos com o perigo, com a desilusão, com o medo acabam tomando atitudes completamente desastrosas e sumarias. O homem parece estar voltando as suas origens primarias perdendo a capacidade de sentir, de amar, de viver em sociedade. Está regredindo as suas origens de predador, sem o mínimo de sentimentos. Finalizo repetindo que, a meu ver, isto está ocorrendo pelo esfacelamento da estrutura familiar que, por conseguinte está destruindo os valores tanto ético como social e moral, mas, sobretudo o espiritual que se implica numa maior carência no Ser humano causando ou desencadeando transtornos psicóticos e mentais irreversíveis. /Ataíde Lemos

ENVELHECER É HERANÇA . . .

Envelhecer é hereditário. Tive esta certeza com um estalo, um único e sutil estalo. Acordei de um destes sonos milenares, de umas destas ressurreições de mil vidas dormidas. A idade é algo que ganhamos dos pais. Se não tivéssemos pais, se fossemos órfãos eternos, se tivéssemos nascido do nada haveríamos de morrer bebês. Isto mesmo. Seriamos eternos bebês. Aprenderíamos a falar, a correr, a andar, a fazer sexo, a beber, a fumar e etc, etc. Mas seríamos adultos bebês. Sempre fui prolixo. Sou um prolixo vocacional. Hei de morrer prolixo e quando minha alma vagar, ela será prolixa. Tentando deixar de lado estas divagações, vamos ao que interessa. Eu queria falar de amizade, mas comecei falando sobre envelhecer. Cada ano que ganhamos é uma nova responsabilidade adquirida. Envelhecemos justamente para nos tornarmos responsáveis. A idade é, antes de ser nossa sina, a primeira professora que temos. Elas nos ensina a mágica da vida e, muitas vezes, ela é a própria anti-vida. Entendam: Estabanados de problemas, de prazos e de tristezas acabamos recorrendo ao mundo sistemático já hediondo. Sim, hediondez. Talvez esta seja a palavra mais palpável do nosso vocabulário. Todo mundo há, nem que seja num segundo sequer, de ser hediondo, há de ser ordinário e que dócil é ser isto. Deixando mais uma vez as divagações, intensifico o que quero falar: Obrigado. Um grande obrigado. Destes de paraplégico que começa a andar por milagre, por milagre. Agradecer é ínfimo demais, infiel demais e, arrisco dizer, hediondo demais /Bruno de Souza

O PODER MÁGICO !

O que é o poder mágico? Todos têm esse poder? Eu tenho esse poder? Em que esse poder mágico pode ajudar na minha vida? Quantas perguntas, hein?Todos nós temos esse poder! Podemos dizer que é um “dom divino” que as pessoas carregam dentro de si por toda a sua vida. È o poder da realização dos nossos desejos e anseios. É o poder de viver em harmonia com o próximo e com a natureza. É o poder de amar e ser amado. É o próprio poder de viver!Muitos têm esse poder (e sabem disso), mas ao invés de usá-lo para o bem – tanto próprio, quanto da coletividade -, usam-no para coisas ruins e egoístas! Poucos, a bem da verdade, usam do poder mágico para construir uma vida melhor para si mesmas e para as que a cercam. E pouquíssimos se utilizaram do poder mágico para o bem de outras pessoas, e a essas pessoas especiais, cujas vidas foram dedicadas para o benefício dos outros, inclusive com o sacrifício das próprias vidas, damos o nome de “santos”, “mestres”, “iluminados”, ou como outros preferem nomear “seres de luz”.Na verdade, a opção é sempre nossa. Não é “pecado” nenhum querer ser feliz, construir uma família, ter uma casa, um automóvel e ter um animalzinho de estimação. Não é “crime” amar alguém em especial ou a muitos. Afinal, amar é um dos segredos do poder mágico. Sem amor no coração não podemos nos beneficiar desse poder. Na história da humanidade temos muitos exemplos de pessoas que usaram esse poder mágico para destruir e, além de não conseguirem seus objetivos egoístas, inconseqüentes e insanos, ainda exterminaram com milhares e milhares de outras vidas, outros sonhos e outras possibilidades de um futuro melhor para a humanidade! Cabe a você decidir se quer usar o poder mágico - que reside dentro de seus pensamentos - para a construção de uma vida melhor, para a realização de um sonho e/ou ideal, ou deixá-lo onde está, intocável, pois você não acredita em nada disso!Iremos, dia-a-dia, municiando você de muitas informações de como “acessar” o seu poder mágico, e você ficará surpreso com as primeiras descobertas desse seu “mundo oculto” que agora vem à tona. Não se impressione, é assim mesmo, funciona! Use-o para o bem, sempre! Abraços fraternos e fiquem com Paz e Luz /Aurelio Martuscelli Neto

SOU VIRGEM, E DAÍ ?

Não estou a fim! Essa resposta poderia ser a mais comum, porém não é. Os tempos mudaram, é claro: os adolescentes de hoje têm muito mais acesso a informações sobre sexo do que seus pais e avós tiveram à sua época. Hoje nas revistas, livros, jornais, tv, filmes, inclusive os de sexo explícito, e Internet eles encontram absolutamente tudo o que é possível se saber sobre sexo. Já, na prática, não se têm o “conhecimento real” sobre o assunto. Existem, ainda, muitos mitos e tabus, conceitos e preconceitos que se mantêm inalterados desde a “revolução sexual”, no final da década de 60.Tanto meninas e meninos adolescentes se gabam de não serem mais virgens. Claro que não tem nada de errado de querer ser “normal” perante seus coleguinhas. O que importa é: eu sei que sou virgem! Esse, de fato, é o “problema”: ele ou ela sabem que nunca transaram, isso é, nunca foram até o final da transa. Parece “atrasado” afirmar perante seus amigos que se é virgem e, quando esse assunto vem no meio do bate-papo corriqueiro, é mais fácil parecer um(a) veterano(a) no assunto. Os meninos, pela própria tradição machista de nossa sociedade, são os primeiros a afirmarem que são “pegadores”, que são mestres na arte de “fazer sexo”.Já, as meninas, são um pouco mais comedidas, muito embora muitas deixem bem claro aos rapazes que já tiveram várias experiências sexuais, sem nunca terem ultrapassado a barreira de “alguns amassos”, o que pode ser um fator de incentivo a eles, chegando-se a situações embaraçosas e constrangedoras na hora “h”. Tanto faz, se ele ou ela é virgem, a verdade é que a falta de objetividade, ou seja, o dizer “não” na hora do convite para uma transa, para não parecer que é virgem, ou mesmo porque não se está a fim de transar, acaba detonando um processo que, em muitas vezes, acaba deixando marcas profundas em um ou em ambos. Todas aquelas informações acumuladas sobre o fazer sexo ficam confusas, e mais dificultam do que ajudam na hora da transa real e não virtual.O que estou querendo dizer é que não importa a outra pessoa, a não ser a você mesmo(a), a simples situação normalíssima de ser virgem. Também, não é necessário ficar “falando aos quatro ventos” ou colando um adesivo na cabeça com os dizeres “sou virgem”. Quando tiver que rolar a transa, que ela aconteça não através de mentiras, e sim de uma maneira mais natural possível, na hora que pintar o clima, com o lugar e a pessoa certa.Saber dizer não, de maneira nenhuma te afasta da possibilidade da “primeira vez”, ao contrário, mostra que você tem opinião própria e coragem de negar quando não achar que é o “seu” momento. Por isso, sou virgem, e daí? E também posso simplesmente não estar a fim, e daí? Afinal, só você pode saber dar estas respostas!Apenas para complementar: seja sua primeira ou enésima transa, use preservativos sempre, cuide-se! Não vá estragar sua vida ou a de outra pessoa simplesmente porque acham “careta” transar com camisinha! Até a próxima /Aurelio Martuscelli Neto

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O FUTURO É AGORA !

O futuro, este tempo distante e tantas vezes interrompido, é agora, é já. Quase todos nós planejamos, projetamos, sonhamos com o amanhã sem atinar nem dar conta de que o futuro, este incerto e inexistente detalhe, é neste exato instante. Viver a vida agora, soltar o riso mais alegre, desamarrar o coração de entraves que o machucam, desapegar-se de tanto e excessivo materialismo, descobrir a razão de estarmos aqui, descortinar a real existência, eis algumas das atitudes que deveríamos ter para o agora, não para o futuro. Com elas, certamente, viveríamos mais soltos, mais apegados aos que nos cercam, mais atenciosos com os que nos são caros, mais envolvidos com o que nos faz tanto bem, muito mais amantes do agora. O futuro não nos pertence, seu dono é o construtor do universo que tem conhecimento pleno de tudo e sabe em que momento antecipá-lo daqueles que o planejam desconhecendo as leis divinas. Lembre-se disso e seu existir será mais proveitoso, de valor sem tamanho e de harmonia com o todo. /Mauro Biazi

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

QUANDO O AMANHÃ CHEGAR !

Estamos ao final de mais um ciclo e muita coisa temos a contar. Em breve a humanidade estará se abraçando novamente, encenando a paz, a harmonia e a felicidade. Hoje é um novo dia e pode ser que para alguns a verdade esteja oculta e para outros a raiva e a angústia tomem o coração. As vaidades humanas não são eternas, apenas duram o tempo necessário que damos a atenção. Tudo neste planeta de expiação e provas vem a partir de sua mente, portanto, é um reflexo pela forma que dá atenção aos acontecimentos. Pessoas gostam de pessoas como elas são. E se não te aceitam como você é, tudo será feito na mesma proporção exata para que você não permaneça cultivando suas sementes. Plantar não é obrigatório. A colheita será. É preciso aguardar o tempo certo. Avalie que quando preocupações, dificuldades e contrariedades tomam conta de nós, podemos realmente mudar alguma coisa em nossa mente e ficarmos muito bem. Superamos e crescemos em sabedoria. Acredita em Deus? Se sim, fica muito mais fácil entender que de acordo como você se posiciona no mundo e frente às pessoas, você faz o seu destino muito melhor e a sua felicidade eternamente plena. O mundo jamais vai mudar por sua causa. As pessoas vão continuar mentindo, abusando, ferindo e enganando seus semelhantes enquanto estiverem sendo humanos. A mente age de acordo com suas crenças e onde você põe a sua atenção, e conforme isso, seu corpo reage. Algumas experiências ficam guardadas por longo tempo no inconsciente e como uma pedra, com o seu próprio peso, irão rolar. Sempre que você se colocar como vítima não poderá assumir o poder de sua mente. Mude as suas vibrações e aprenderá a lidar com todos os tipos de pessoas. O mundo é seu e você nasceu para vencer e ser feliz, fazendo as transformações necessárias só levará vantagem na arte esquecida de ser diferente. A ansiedade é uma das coisas que emperram nossa vida, que acaba com nossa alegria e bem estar. No corpo ela se manifesta de diversas formas. Na mente ela tira o gosto de viver, causando sérias doenças físicas e psíquicas. Ela pode ser vencida completamente. Só temos o agora e só podemos estar no presente. Então a ansiedade é um fenômeno da imaginação, e esta é ótima quando bem usada, porém quando mal administrada traz resultados nefastos. É preciso sim controlar sua imaginação. Você tem o livre arbítrio para isto. E assim, coloque agora toda a energia sobre a bondade, sobre a harmonia e a prosperidade. Decida o que você quer ser ou ter. É nesta energia represada que a conexão com a fonte da Inteligência Infinita, provocará a harmonia necessária na ordem da sabedoria Universal, e todas as suas expectativas nos dias que a precederam na mesma proporção será indescritivelmente nítida, profunda e elevada. Boas energias. Eu acredito em você. /Gilberto Pompermayer

QUANDO COMEÇOU NOSSO ERRO ?

É tempo de fazermos um balanço e nos perguntarmos: quando começou o nosso erro? A maioria dos analistas diz que tudo começou há cerca de dez mil anos com a revolução do neolítico, quando os seres humanos se tornaram sedentários, projetaram vilas e cidades, inventaram a agricultura, começaram com as irrigações e a domesticação dos animais. Isso lhes permitiu sair da situação de penúria de, dia após dia, garantir a alimentação necessária através da caça e da recoleção de frutos. Agora, com a nova forma de produção, criou-se o estoque de alimentos que serviu de base para montar exércitos, fazer guerras e criar impérios. Mas se desarticulou a relação de equilíbrio entre natureza e ser humano. Começou o processo de conquista do planeta que culminou em nossos tempos com a tecnificação e artificialização de praticamente todas as nossas relações com o meio-ambiente. Estimo, entretanto, que esse processo começou muito antes, no seio mesmo da antropogênese. Desde os seus albores, cabe distinguir três etapas na relação de ser humano com a natureza. A primeira era de interação. O ser humano interagia com o meio, sem interferir nele, aproveitando de tudo o que ele abundantemente lhe oferecia. Prevalecia grande equilíbrio entre ambos. A segunda etapa era a da intervenção. Corresponde à época em que surgiu há cerca de 2,4 milhões de anos, o homo habilis. Este nosso ancestral começou a intervir na natureza ao usar instrumentos rudimentares como um pedaço de pau ou uma pedra para melhor se defender e se assenhorear das coisas ao seu redor. Inicia-se o rompimento do equilíbrio original. O ser humano se sobrepõe à natureza. Esse processo se complexifica até surgir a terceira etapa que é a da agressão. Coincide com a revolução do neolítico da qual nos referimos anteriormente. Aqui se abre um caminho de alta aceleração na conquista da natureza. Após a revolução do neolítico sucederam-se as várias revoluções, a industrial, a nuclear, a biotecnológica, a da informática, da automação e a da nanotecnologia. Sofisticaram-se cada vez mais os instrumentos de agressão, até penetrar nas partículas subatômicas (topquarks, hadrions) e no código genético dos seres vivos. Em todo esse processo se operou um profundo deslocamento na relação. De ser inserido na natureza como parte dela, o ser humano transformou-se num ser fora e acima da natureza. Seu propósito é domina-la e trata-la, na expressão de Francis Bacon, o formulador do método científico, como o inquisidor trata o seu inquirido: torturá-la até que entregue todos os seus segredos. Esse método é vastamente imperante nas universidades e nos laboratórios. Entretanto, a Terra é um planeta pequeno, velho e com limitados recursos. Sozinha não consegue mais se auto-regular. O estresse pode se generalizar e assumir formas catastróficas. Temos que reconhecer nosso erro: o de nos termos afastado dela, esquecendo que somos Terra, que ela é o único lar que possuímos e que nossa missão é cuidar dela. Devemos faze-lo com a tecnologia que desenvolvemos, mas assimilada dentro de um paradigma de sinergia e de benevolência, base da paz perpétua tão sonhada por todos. / LEONARDO BOFF

DESCUIDO COM A EDUCAÇÃO !

Educação nunca foi prioridade do governo brasileiro. Vejam o percentual que o governo destina para este setor, o mínimo possível. “O esquema de estudo, no recinto da escola, é o mesmo tesouro de luz para a coletividade dos aprendizes; cada aluno, porém, revela assimilação diferenciada.” Em verdade, o ensinamento do bem somente vale quando a criatura lhe substancializa a orientação. Será que essas nuanças, esses detalhes estão inseridos no ensino fundamental brasileiro? O jornal O Povo, edição de 31/07/2008 traz em sua primeira página a seguinte manchete: “Ensino médio: um em cada quatro alunos desiste de estudar”. Limemos todas as circunstâncias que levam as crianças e adolescentes a abandonarem os estudos. “Dados da secretaria da Educação revelam que a taxa de evasão escolar no 1º. Ano do ensino médio é de 25%”. Quando se leva em consideração as reprovações, o percentual de estudantes que não concluem o primeiro ano de estudos chega a 37,9%. Por ano, são 40 mil alunos que abandonam as aulas por desinteresse ou falta de conhecimentos básicos, como leitura e raciocínio lógico. Será que esse percentual de crianças ao ser constatado as irregularidades aqui enunciadas são encaminhadas a uma perícia médica? Se o desinteresse existe, esse deve ser causa de um motivo moderado ou grave. A Secretaria de Educação já investigou estas ocorrências? É notório e de fácil assimilação. Se o aluno não possui conhecimentos básicos, que se dê a ele referidos conhecimentos, e se o raciocínio não está sendo lógico, que se estude a causa. A educação deve ser respaldada por uma boa assistência médica, mas infelizmente isso não acontece e nem os diretores de escolas comparecem as casas dos pais dos alunos para investigar e tomar conhecimento da ausência escolar. É o mínimo que se pode fazer para acabar com essas irregularidades. Muitas vezes os alunos matam as aulas para estarem nos sinais tentando ganhar alguns trocados como flanelinhas. Ou, estão fazendo aquilo que não devem o uso de droga. O aluno em regime escolar deve ser fiscalizado e orientado. Se essas atitudes não são tomadas, não chegaremos a um denominador comum. Infelizmente! As crianças das Regiões Norte e Nordeste estão sujeitas a essa chaga triste e destruidora que o governo ainda não conseguiu sarar. Dos 184 municípios cearenses, além da corrupção e falta de conhecimento político, noções básicas de administração, os prefeitos normalmente gastam as verbas sem obedecerem as normais legais e as instruções do Tribunal de Contas. Sem contarem com auxiliares a altura normalmente têm suas contas desaprovadas. O índice de crianças sem escolas nos municípios mais pobres e as condições em que moram e sem transporte escolar fazem com que esse percentual seja bem maior do que o estimado. Educação é coisa séria, mas parece que as autoridades não estão preocupadas com esse problema. Nos municípios pobres e com arrecadação suficiente é comumente vermos crianças na ociosidade, e perambulando de um lado a outro e de mãos estiradas, pedindo esmolas aos motoristas que percorrem este país de ponta a ponta. A preocupação maior é com a vontade de saciar a fome. Se a fome continua, irão procurar o vil de metal, usando artimanhas e modos não apropriados para um ser pequenino e indefeso. As crianças desnutridas não possuem capacidade para enfrentar uma sala de aula e, principalmente se a escola se localizar muito distante de sua casa. Os neurônios desses seres já estão sem forças e se esvaindo pouco a pouco. Os desnutridos brasileiros estão formando uma nova raça a dos nanicos e inoperantes. A educação deve chegar aos mais longínquos lugares e deve ser repassada a toda população, independente de idade e de condição social, se é que existe. /ANTONIO PAIVA RODRIGUES

terça-feira, 4 de novembro de 2008

CIRCUITO DE CORRIDA DE RUA DE SÃO MIGUEL PAULISTA !

Circuito de Corrida de Rua de São Miguel Paulista Dia 23/11/2008 Largada: 08:00hs Percurso: Caminhada 1volta 2.400 M, Corrida 2 voltas= 4.800 M Local: Mini- Balneário Pedro Almirante de Frontin Rua Sargento Luis Baptista nº83 Jardim São Vicente Inscrições: Na Subprefeitura de São Miguel - Sala 27 Supervisão de Esportes e Lazer Maiores informações no tel. 2037-2498(Marcelo/Daniela/Reinaldo/Tico) Venham Participar!!!!!!!

FUSÃO ITAU/UNIBANCO CONFIRMA QUE BANCOS BRASILEIROS TAMBÉM FORAM AFETADOS PELA MAROLA GLOBAL !

A tal "marolinha" do chefão Lula sobre o tamanho da crise financeira, antes de provocar a quebra de um grande banco brasileiro, gerou uma megafusão que cria o nono maior banco das Américas. O Itaú e o Unibanco, segundo e quarto maiores bancos do País, anunciaram hoje a fusão de suas operações. O Itaú Unibanco Holding surge maior que o Bradesco e o Banco do Brasil. O negócio foi fechado no domingo, e o chefão Lula foi informado na hora. A fusão do Itaú com o Unibanco desagrada ao Bradesco – que quatro anos atrás tentou comprar o Unibanco. A operação chegou a ser aceita pelas autoridades monetárias. Mas a notícia vazou antes de tudo ser sacramentado, e a fusão não aconteceu. Na operação fechada agora, o Itaú assumiu o controle do Unibanco (em crise por causa de investimentos especulativos – e não pelo que se alegou no mercado, os problemas da parceira AIG seguradora nos EUA). Os controladores da Itaúsa e do Unibanco informaram hoje constituirão uma holding compartilhada. A presidência do conselho de administração ficará a cargo de Pedro Moreira Salles, atualmente à frente do Unibanco, e o presidente executivo será Roberto Egydio Setúbal, do Itaú. O novo conglomerado nasce com ativos de R$ 575 bilhões, o maior do hemisfério sul. São 14,5 milhões de contas correntes, o que equivale a 18% do mercado nacional. A carteira de crédito representará 19% do total do mercado e a soma de depósitos, fundos e carteiras administradas atingirá 21%. A nova Itaú Unibanco Holding terá 107 mil funcionários. Os dois grupos não falam ainda em demissões – o que geraria pânico no mercado. Em número de agências, o grupo 4.500 pontos de vendas. Juntos, os dois bancos atendem cerca de 2 mil empresas, movimentando recursos da ordem de R$ 65 bilhões. Não será surpresa se o Santander, que pretende expandir suas atividades no País, anunciar a aquisição de outros bancos menores e financeiras. Quem deve fazer movimento idêntico é o Bradesco. Para os bancos sólidos, a crise financeira internacional se transforma em pura wi-ji (crise e oportunidade, na expressão chinesa). Muitos sairão como credores líquidos em meio ao inferno financeiro global. /Jorge Serrão

sábado, 1 de novembro de 2008